As exposições do #FIQ2018

A décima edição do FIQ traz três exposições para os visitantes.

A primeira delas é “Erica Awano“, compilação dos trabalhos da lenda do mangá nacional homenageada desta edição, com curadoria de Germana Viana.

Já “Nilson – Humor, Amor e Combate“, é a nossa homenagem ao grande Nilson que, desde a década de 1960,nos encanta com uma engajada e apaixonada carreira. A exposição tem curadoria de Fabiano Azevedo Barroso.

Por fim, “Traçado na Memória” reúne 15 artistas de Belo Horizonte e região metropolitana para “se apropriar” dos patrimônios da cidade e transformá-los em arte.

A programação do Festival Internacional de Quadrinhos é gratuita!

Saiba mais sobre cada uma das exposições:

Exposição dos trabalhos da homenageada do FIQ 2018, a quadrinista paulista Erica Awano. Leia mais sobre ela aqui.

 

Nilson – Humor, amor e combate

Nilson tem história nos quadrinhos e no cartum do Brasil. Ele estreou em 1967, aos 19 anos, no Jornal dos Sports do Rio, e daí em diante engrenou em uma prolífica, engajada e apaixonada carreira, tornando-se um dos mais respeitados artistas gráficos de Minas Gerais. Dentre suas principais criações, estão a tira “A caravela”, uma minuciosa narrativa sobre as navegações portuguesas rumo ao Brasil, e os quadrinhos do Negrim do Pastoreio, uma lúdica e nostálgica visita à infância no interior de nosso país.

Como cartunista e chargista, Nilson passou pelo jornais, Pasquim, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e Estado de Minas, dentre outros. Hoje, dedica-se ao cartum sindical, parte indelével de sua combativa carreira.
Esta exposição dedica-se a homenagear esse brilhante cartunista, pouco conhecido entre as novas gerações, mas cujo trabalho mostra-se sempre contundente e original.

 

Na exposição traz o trabalho de 15 quadrinistas de Belo Horizonte e região metropolitana, que  retrataram 15 diferentes patrimônios da cidade.

Nessas 15 histórias,  os traços, desenhos, cores, narrativa, não refletem apenas a arquitetura, o cenário, os personagens  são traços da memória, que recuperam vivências, reavivam experiências, mostrando que essas relações afetivas que temos com os lugares onde vivemos  é que faz a cidade nos pertencer.